28/05/2012

Patrimônios Vivos em Tracunhaém

Sr Nuca RPV-PE 2005

O Registro do Patrimônio Vivo (RPV-PE), que reconhece e gratifica com uma pensão vitalícia mensal representantes da cultura popular e tradicional do Estado.
A Lei do Registro do Patrimônio Vivo (Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002) tem como objetivo preservar as manifestações populares e tradicionais da cultura pernambucana, assim como permitir que os artistas repassem seus conhecimentos às novas gerações de alunos e aprendizes.
Zezinho de Tracunhaém RPV-PE 2007
A seleção dos contemplados é realizada através de um processo de candidatura por indicação de entidades culturais e órgãos governamentais e da avaliação do Conselho Estadual de Cultura (CEC). Os agraciados assumem a missão de transmitir os seus conhecimentos a alunos e aprendizes em programas de ensino e aprendizagem.
Para concorrer os candidatos devem ser brasileiros, residentes em Pernambuco há mais de 20 (vinte) anos; comprovar participação em atividades culturais há mais de 20 anos anteriores à data do pedido de inscrição; estar capacitados a transmitir seus conhecimentos ou técnicas a alunos e aprendizes. De acordo com a lei, a cada ano devem ser registrados como Patrimônio Vivo três novos nomes até o ano de 2021 (60 representantes). Como o processo de escolha só foi iniciado em 2005, em janeiro de 2006 o título foi entregue a 12 representantes, o que corresponde ao período retroativo à criação da lei (2002).
Maria Amélia RPV-PE 2011
Em Tracunhaém-PE, temos três (03) Patrimônio Vivo de Pernambuco, o artesão Manoel Borges da Silva (Nuca dos Leões) contemplado no edital RPV-PE 2005 e o artesão Zezinho de Tracunhaém agraciado no edital RPV-PE 2007, ambas inscrições foram elaboradas pelo o Produtor Cultural Gilson Xavier (do Turismo).
E o mesmo também elaborou a inscrição da Ceramista Maria Amélia a qual foi contemplada no edital RPV-PE 2011 e indicada através do Ponto de Cultura Andaluza – Tracunhaém-PE, o qual Gilson do Turismo é o Coordenador Técnico.  

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